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sábado, 17 de setembro de 2011

JOSÉ MARIA DE CARVALHO - O CONSTRUTOR DE POMPÉU

JOSÉ MARIA DE CARVALHO: "O Construtor de Pompéu"
Nasceu em Pompéu/MG, no dia 30 de junho do ano de 1888. Filho de David Afonso e Maria José dos Santos (Dona Filinha). Casou-se com Francisca de Souza (Mãe Chica), tendo cinco filhos, quais sejam, Lêda Carvalho (in memoriam), viúva, mãe de Wilson Oswaldo, casado com Rocilda, com quem teve três filhos, a saber: Cláudia, Adriana e Marco Antônio, José Eduardo de Faria Neto, solteiro e Maria Cristina de Faria Álvares, casada com Ricardo Álvares da Silva, com quem teve uma filha, a saber: Beatriz de Faria Álvares. José Maria (in memoriam), casado com Francisca, pais de Hércules, Leone, Carlos, José Maria e Eugênio. Maria de Lourdes (in memoriam), casada com José Soares, pais de Geraldo, Sônia, Armando, Normando e José Maria. Nely Carvalho (in memoriam), viúva de José Mariano (Zezinho da Usina), mãe de Carlos Eloy, Maria Helena, Marco Aurélio, Francisca Helena, Maria Helizabeth, Vanda, Adalberto, Heloísa e Nely Maria. Hely Carvalho (in memorian), casado com Edméia, pais de José Gilberto, Izabel, Salomé, Ana Maria e Consuelo.
José Maria de Carvalho tem em Pompéu uma descendência até a 4ª geração. Seus descendentes continuam ocupando posições e ilustrando postos, criando frentes e alargando mundos, estimulando tradições na lição permanente daqueles olhos vivos que não conhecem obstáculos.
(José Maria de Carvalho, o benemérito de Pompéu e avô de dois grandes homens públicos: o Deputado Federal Carlos Eloy que atuou como presidente da CEMIG com grande êxito e José Gilberto de Carvalho Zé do Ely), que ocupou a Prefeitura de Pompéu/MG por dois mandatos.
Desde a infância tinha tendências a construir, iniciando com o seu pai esta grandiosa obra.
O grande Construtor de Pompéu/MG, com o seu caráter determinante e seu talento de empreendedor deixou sua incomensurável contribuição através de centenas de casas, a urbanização de lotes e inúmeras fazendas (tinha uma grande afinidade coma natureza e os campos).
Dedicou-se às atividades agropecuárias grande parte de seu tempo administrando suas fazendas, trazendo, assim, prosperidade a Pompéu/MG. José Maria de Carvalho trouxe para Pompéu/MG copiosas fontes de trabalho, colaborou de maneira marcante e efetiva para o crescimento e desenvolvimento sócio-econômico do município.
O povo de Pompéu/MG o homenageou colocando seu nome em uma das principais ruas e uma Escola "José Maria de Carvalho", translucidando/mostrando através destas homenagens a eterna gratidão e apreço a este HOMEM que foi um desbravador e maior empreendedor de sua amada terra natal.

Texto retratado numa matéria publicada por Geraldo Júlio Porto www.julioporto.com

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

OLIVÉRIO CORREA DE LACERDA

Olivério Correa de Lacerda, (Pompéu/MG, 18 de agosto de 1912 - Pompéu/MG, 05 de maio de 2011). Foi político (UDN) - Prefeito do município de Pompéu por duas gestões, sendo a 1ª Gestão: 12/04/1947 a 21/10/1947 e 2ª Gestão: 31/01/1971 a 30/01/1973, Produtor Rural, Poeta da vida em sua essência e simpatia, "Proprietário" de Cartórios, pessoa admirada e respeitada por todos os munícipes de Pompéu/MG e região. Homem íntegro, convicto de seus ideais, grande contribuidor e benfeitor do município de Pompéu/MG, seja como político, seja como homem de uma extensão ilimitada de inteligência e intelectualidade, perspicaz e um visionário inato e singular. Foi a maior liderança Política de Pompéu. Foi o 6º Prefeito do Município de Pompéu/MG, porventura o maior nome da Política Pompeana. Teve copiosos amigos fidalgos na vida pública, tais como Ministro Francisco Campos, Governador Francelino Pereira, Magalhães Pinto, Bilac Pinto, Osvaldo Pierucetti, Paulo Campos Guimarães, Deputado Carlos Eloi Carvalho Guimarães, dentre outros. Casado com Ana Meri Porto (in memoriam)  no qual coexistiram por mais de 65 anos, deixou 10 filhos, quais sejam, Rômulo Lacerda, Romilda Lacerda, Rócio Lacerda, Rogério Lacerda, Rocilda Rizelda de Lacerda Quirino, Rogilda Lacerda, Rogenilda Lacerda, Rocenilda Lacerda, Romeu Lacerda e Robson Lacerda; 17 netos e inúmeros bisnetos. OLIVÉRIO CORRÊA DE LACERDA é, ainda hoje, um dos políticos mais admirados do cenário político de Pompéu e região, nas pesquisas de opinião pública, como os mais populares prefeitos segundo predileção do povo pompeano. Fica a nostalgia, saudosismo e exemplo a ser seguido deste grande homem, marido, pai, avô, amigo e homem da vida pública sem imperfeições morais e éticas.
Fica aqui minha homenagem póstuma, de seu neto, a quem tem graciosas lembranças de quando estava ao seu lado nesta vida terrena, sempre lhe admirou e ama.
Para meu conforto fica a certeza que está feliz ao lado da Vovó Meri, dentre tantos entes queridos que se foram para o plano superior. Sou bem sabedor que eles estão dando gostosas gargalhadas (pois nunca vi, em tempo algum, pessoa mais "espirituosa" e com um senso de humor aprimorado e demasiadamente agradável) e felizes ao seu lado.

RUY BARBOSA - DISCURSO PROFERIDO EM 1914 NO SENADO FEDERAL: ATUALIDADE? PENSO QUE SIM!

Em 1914 Ruy Barbosa proferiu diante do Senado Federal um discurso absolutamente extraordinário acerca da desonestidade e da falta de justiça.
Estamos em 2011 e esse discurso é uma das coisas mais atuais que tenho tido notícia. Nada mudou com relação à impunidade de 1914 até hoje nesse país. Jovens queimam índio e ficam impunes, arrastam uma criança até mata-la esfolada e não são punidos de forma exemplar, batem numa moça que espera pelo seu ônibus e ainda dizem que pensavam que era uma prostituta.
A crise econômica acabou, não temos mais inflação , temos é violência, hoje a crise é moral, é o vale tudo, é a paralisia do povo que não tem educação e nem consciência política suficiente para bradar pelos seus direitos e para expulsar esses ratos de esgoto que ocupam as cadeiras das “casas do povo”, o Senado Federal e o Congresso Nacional.
A minha indignação é tanta diante deste pseudo-senador Renan Calheiros que não consigo pensar em outra coisa.
Com a palavra o nobre colega Ruy Barbosa de Oliveira:

“A falta de justiça, Srs. Senadores, é o grande mal da nossa terra, o mal dos males, a origem de todas as nossas infelicidades, a fonte de todo nosso descrédito, é a miséria suprema desta pobre nação.
A sua grande vergonha diante do estrangeiro, é aquilo que nos afasta os homens, os auxílios, os capitais.
A injustiça, Senhores, desanima o trabalho, a honestidade, o bem; cresta em flor os espíritos dos moços, semeia no coração das gerações que vêm nascendo a semente da podridão, habitua os homens a não acreditar senão na estrela, na fortuna, no acaso, na loteria da sorte, promove a desonestidade, promove a venalidade, promove a relaxação, insufla a cortesania, a baixeza, sob todas as suas formas.
De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto.”